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Publicado em 5 de Dezembro de 2017 às 15:29
Bancários participam de mobilização contra a Reforma da Previdência

 

Dirigentes do Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região participaram da mobilização contra a Reforma da Previdência que aconteceu nesta terça-feira (5). Para chamar a atenção da população e dos políticos, os manifestantes se concentraram em frente à agência do INSS da Rua 26 de agosto.

 

O presidente do SEEB-CG, Edvaldo Barros, destacou que a reforma da previdência é um retrocesso para a classe trabalhadora. “Essa reforma tira renda dos trabalhadores para beneficiar o mercado financeiro e os grandes empresários. O trabalhador tem que estar atento, se mobilizar, vir pra rua. Esse é apenas um dos eventos que estamos realizando. Escolhemos o INSS por ser o símbolo da nossa previdência”.

 

Edvaldo explica ainda que o protesto é uma forma de pressionar os deputados federais e forçar a retirada do projeto da reforma da pauta do Congresso Nacional. “É uma reforma que prejudica não só o trabalhador, mas também o comércio e as prefeituras do interior com menos dinheiro na praça. E isso consequentemente afeta todo o setor produtivo. O governo infelizmente quer fazer caixa com o suor dos trabalhadores e isso não podemos permitir”, pontou Barros.

 

 

 

Durante pronunciamento aos trabalhadores, o secretário de imprensa e comunicação, José dos Santos Brito, lembrou quais são os políticos que querem mudanças no sistema previdenciário. “Temer, Geddel Vieira, Henrique Meireles. São aqueles que trabalharam pouco, se aposentaram cedo e ainda com valores acima de 35 mil reais. Nós – dirigentes sindicais, trabalhadores - temos que fazer a luta para garantir nosso futuro, dos nossos jovens e das nossas crianças. Vamos à luta”, convocou.

 

Na semana passada, as centrais e sindicatos convocaram uma greve geral para o dia 5 de dezembro, mas o protesto foi cancelado depois que o governo federal sentiu a pressão das entidades sindicais e decidiu retirar a reforma da previdência da pauta de votação. No entanto, ainda existe o risco do tema voltar à Câmara dos Deputados.

 

O projeto que está na Câmara dos Deputados acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e fixa idade mínima de 65 anos para homem e 62 anos mulher. Ambos devem ter contribuído pelo menos 15 anos com o INSS – para servidores públicos, serão pelo menos 25 anos de contribuição. No entanto, pelas novas regras propostas, quem cumprir esses requisitos mínimos poderá receber apenas 60% do valor da aposentadoria a que tem direito. Para ter direito a 100%, terá que contribuir por 40 anos.

 

Por: Assessoria de Comunicação SEEB-CG

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