12 de Janeiro de 2009 às 11:46
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Economia em 2008 é resultado do esforço e trabalho dos funcionários e supera em 46,3% a previsão inicial
São Paulo – A Nossa Caixa garantiu R$ 429,3 milhões no ano passado com economias operacionais chamadas de “providências gerenciais”. A informação foi divulgada no dia 5 de janeiro pelo próprio banco. O resultado foi obtido entre janeiro e novembro do ano passado com providências que visaram melhorar o desempenho dos principais processos administrativos e operacionais do banco.
Segundo a Nossa Caixa, a economia supera em 46,3% os R$ 293,4 milhões previstos inicialmente para o período no Programa de Melhoria de Performance, implantado a partir do primeiro mês de 2008. Dos R$ 429,3 milhões, R$ 248,2 milhões foram obtidos por meio de iniciativas que visaram ao aumento de receitas, o que incluiu a implantação de novos produtos e serviços e a otimização de esforços de vendas. Outros R$ 181,1 milhões foram gerados a partir de medidas que tiveram como foco a redução de despesas.
“Essa economia é resultado do esforço e trabalho dos bancários. Este mesmo sentimento de dedicação dos trabalhadores deve continuar ao longo deste ano, mas focado na luta pelas nossas demandas. Esperamos ter com o Banco do Brasil um processo de negociação saudável e com muita responsabilidade. O BB precisa reconhecer o trabalho dos funcionários da Nossa Caixa e negociar com seriedade”, comenta Raquel Kacelnikas, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e funcionária da Nossa Caixa.
Raquel destaca que os empregados também aguardam a divulgação do balanço de 2008 da Nossa Caixa para ver como vai ficar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da empresa. “Essa economia feita com o Programa de Melhoria de Performance deve ter algum impacto no resultado da Nossa Caixa, que já acumulou R$ 596 milhões de lucro, só nos primeiros nove meses do ano passado, um valor 87,5% maior do que o obtido no mesmo período de 2007. Com o balanço consolidado, vamos lutar para que os empregados recebam a PLR cheia e o adicional”.
Fábio Jammal Makhoul, do Seeb/SP, com agências