9 de Junho de 2026 às 10:54
Mobilização

Esta terça-feira, 09 de junho, é o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”. Em Campo Grande, os diretores do Sindicato dos Bancários e da Apcef/MS percorreram as agências da Caixa para dialogar com os empregados e as empregadas. O objetivo foi alertar sobre os prejuízos do teto de 6,5% da folha salarial, imposto pelo estatuto do banco para os gastos com assistência médica, e mobilizar a categoria na defesa do plano de saúde.
Durante a atividade, foi distribuído um boletim informativo que explica, de forma simples, como essa limitação orçamentária prejudica o Saúde Caixa. Entre os principais impactos apontados estão: aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018. Clique aqui e leia o boletim.

A mobilização ganha ainda mais urgência já que a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa vai acontecer em agosto de 2026 e, para que não haja prejuízo aos empregados e empregadas, é preciso intensificar a luta pelo fim do teto de 6,5%.
"É fundamental que cada trabalhador e trabalhadora esteja ao nosso lado, porque a nossa saúde vem em primeiro lugar. Hoje, infelizmente, temos um número muito alto de colegas afastados e adoecidos por causa das metas abusivas impostas pelos bancos, que são totalmente irreais”, destacou a presidenta do SEEBCG-MS, Neide Rodrigues.

"O plano de saúde da Caixa é um dos melhores e maiores do Brasil. Por isso, precisamos defendê-lo com base em seus princípios fundamentais: a solidariedade, o mutualismo e o pacto intergeracional. É indispensável que todos os empregados vistam essa camisa, tanto os aposentados quanto os que ainda estão na ativa. Afinal, o Saúde Caixa é, sem dúvida, o maior benefício que conquistamos", disse o presidente da Apcef/MS e secretário de Saúde do sindicato, Everton Espíndola.

Além da sustentabilidade do plano de saúde, o Dia de Luta também serve para denunciar outros fatores que prejudicam a saúde dos empregados, como o déficit de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, falhas na infraestrutura e os critérios considerados injustos no programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.
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Por: Comunicação do SEEBCG-MS
Link: https://sindicario.com.br/caixa-economica-federal/dia-de-luta-bancarios-de-campo-grande-se-mobilizam-pelo-fim-do-teto-no-saude-caixa/